Publicado em 30 de outubro de 2026
Com o cenário eleitoral resolvido e juros ainda em patamar elevado, muita gente volta a se perguntar onde colocar o dinheiro na renda fixa. A resposta depende de prazo, objetivo e perfil.
Os três grandes grupos
- Pós-fixados (Selic/CDI): acompanham os juros do dia a dia; adequados para reserva de emergência e curto prazo.
- Prefixados: taxa travada na compra; ganham valor se os juros caírem e perdem se subirem, caso vendidos antes do vencimento.
- IPCA+: garantem ganho acima da inflação; úteis para objetivos longos, como aposentadoria.
Como combinar
Uma abordagem comum é dividir por objetivo: reserva de emergência em pós-fixado com liquidez; metas de médio prazo em prefixado ou IPCA+ com vencimento próximo ao objetivo; e parte do longo prazo em IPCA+.
Pontos de atenção
- Imposto de renda regressivo, de 22,5% a 15% conforme o prazo, na maioria dos títulos. LCI e LCA, para pessoa física, são isentas de IR, mas costumam ter prazo mínimo de carência.
- Limite de cobertura do FGC para emissões bancárias.
- Marcação a mercado nos títulos com vencimento longo.
Revise os conceitos em Selic, CDI e IPCA e as estratégias por perfil em perfil de investidor no segundo turno.
Conteúdo educativo, sem recomendação de investimento. Cenários são hipóteses e mudam com novos fatos; confira dados atualizados e, se necessário, converse com um profissional habilitado.