Publicado em 19 de outubro de 2026
Três siglas aparecem em toda conversa sobre economia e investimentos. Elas se relacionam entre si e também com o câmbio.
Selic
A taxa Selic é a taxa básica de juros do país. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central define a meta da Selic em reuniões periódicas, cerca de oito por ano, e a taxa é expressa em % ao ano. Ela serve de referência para todos os outros juros da economia, de financiamentos a aplicações de renda fixa. Juros altos desestimulam o consumo e ajudam a segurar a inflação, e também tornam o Brasil mais atraente para investidores estrangeiros.
CDI
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa dos empréstimos de curtíssimo prazo entre bancos. Ele anda muito próximo da Selic e é a principal referência de rentabilidade da renda fixa: um investimento que "rende 100% do CDI" acompanha, na prática, a Selic.
IPCA
O IPCA, divulgado mensalmente pelo IBGE, é a inflação oficial do país: mede a variação média dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. Compará-lo com a rentabilidade dos investimentos mostra se o seu dinheiro está ganhando ou perdendo poder de compra, o chamado ganho real.
Valores mais recentes no Dólar Hoje
- SELIC (meta): 13,75% a.a. (reunião do Copom de 16/09/2026)
- IPCA (mês): -0,32% (ago/2026)
- CDI (mês): 1,08% (set/2026)
E o dólar com isso?
A diferença entre os juros brasileiros e os de outros países influencia o fluxo de capital e, por consequência, o câmbio. Veja o que faz o dólar subir ou cair e acompanhe a cotação de hoje.
Conteúdo informativo, não constitui recomendação de investimento.